Beyoncé retorna ao MET Gala depois de 10 anos ao lado de Blue Ivy e Jay-Z
A cantora é uma das co-anfitriãs do comitê organizador desta edição do evento
Por redação Marie Claire — de São Paulo, SP
A espera de uma década finalmente acabou. Após sua última aparição em 2016, quando vestiu o memorável látex nude da Givenchy, Beyoncé retornou triunfal ao Met Gala 2026 nesta segunda-feira (4), em Nova York. Aos 44 anos, a musa pop não apenas marcou presença como uma das anfitriãs da noite, mas transformou o tapete vermelho em um evento familiar histórico.
O grande destaque da noite foi a primeira caminhada de Blue Ivy Carter, sua filha de 14 anos, pelo prestigiado tapete do Metropolitan Museum of Art. Ao lado da cantora e o pai, Jay-Z, a primogênita brilhou.
Beyoncé apostou em uma proposta maximalista e escultural, surgindo em um vestido transparente adornado por uma estrutura prateada que remetia a uma coluna vertebral e costelas cravejadas de cristais. O visual da estrela foi finalizado com uma imponente coroa de raios prateados e uma luxuosa capa de plumas em degradê de tons terrosos e cinza.
Em sua estreia, Blue Ivy optou por um contraste angelical e moderno, vestindo um imponente vestido branco volumoso com saia balonê, complementado por uma jaqueta oversized de gola alta na mesma cor, óculos escuros e sapatos prateados com brilho, mantendo uma postura confiante e autêntica ao longo de todo o trajeto.
Para acompanhar a família, Jay-Z manteve sua característica elegância clássica, escolhendo um terno de três peças preto impecável, com colete e gravata prateada, reafirmando seu status de ícone do estilo sóbrio.
O último look de Beyoncé no Met Gala, há 10 anos atrás...
Em 2016, a última vez que Beyoncé havia cruzado o tapete vermelho do Met Gala antes de seu hiato, ela utilizou um vestido de alta-costura da grife francesa Givenchy, feito sob medida em látex de tom nude. O modelo, assinado por Riccardo Tisci, apresentava mangas bufantes, gola redonda e era inteiramente bordado com pérolas e detalhes florais pintados à mão.
Na época, o visual gerou repercussão imediata pela escolha inusitada do material e pelo ajuste extremamente justo ao corpo, sendo um dos destaques da exposição "Manus x Machina: Fashion in an Age of Technology".