Nos primeiros meses de vida, o filho de Camila Fantini, Ravi, foi diagnosticado com atresia de vias biliares, uma doença rara que o fez entrar na fila de transplantes de fígado. Em meio ao desespero e ao desamparo, a mãe de Ravi conheceu Luiz Fernando, que salvou a vida do menino ao aceitar ser doador. A Marie Claire, Camila conta como atitude de Luiz fez com que ele se tornasse um ‘irmão’ e inspiração para que ela ajudasse outras mães
Eu, Leitora | Marie Claire
Eu, Leitora | Marie Claire
A costureira aposentada Ilda Ribeiro de Souza, a “Sila” foi cangaceira durante dois anos e foi a última sobrevivente do massacre que matou Lampião e Maria Bonita, em Angicos, estado de Sergipe, em 1938. Viúva de Zé Sereno, homem de confiança de Lampião, ela lembrou como era a vida no cangaço e como ainda tinha pesadelos com tiroteios. Quanto tinha 77 anos, em 2000, ela contou sua história para Marie Claire
Cristina Patreque foi vendida pelo pai, aos oito anos de idade, para se casar. Por seis anos, foi vítima de abusos físicos, psicológicos e sexuais. Aos 14, conseguiu fugir e encontrou acolhimento na sua irmã, que a levou para uma comunidade de missionários. Aos 19 anos, ela pôde se mudar para o Brasil, onde está construindo uma nova vida, celebrando sua liberdade e independência
Elis Batista foi incentivada a vida toda a ‘virar homem’ e a internalizar sua feminilidade. Apesar de se entender como trans desde a infância, foi só depois dos 30 anos que conseguiu realizar a transição de gênero. Ela acredita que a decisão desencadearia o fim do relacionamento de quase 11 anos com sua namorada, Rafa. Mas, ela não só aceitou Elis como ela é, como também ajudou na sua transição. Hoje, a professora celebra o amor e conta como é viver uma história de amor que ultrapassa todas as barreiras
Depois de perder tudo para o crack, Maria Solange Amorim e seu filho viviam em Manaus quando ele foi levado por homens encapuzados para nunca mais voltar. Em desespero, ela foi a um bar e começou a dançar, ao som de Madonna, em homenagem ao filho. O vídeo chegou até a cantora, que o repostou junto com uma mensagem de esperança. Hoje, ela estuda psicologia e quer ajudar jovens a sair da dependência
A baiana Gabrielle Soares cresceu em um lar religioso. Ao se assumir lésbica, foi abandonada pela mãe e precisou se virar sozinha, o que a levou a interromper os estudos. Anos depois, deu a volta por cima, retomou a educação e conquistou uma vaga no curso de seus sonhos
A gaúcha Raquel de Freitas foi alvo do aliciamento cometido por uma ex-professora. O abuso se estendeu por anos até ser revelado por mensagens em um celular. Hoje, aos 25, a jovem reflete sobre os traumas que a violência deixou em sua vida
Abusada por um amigo da família durante a infância, Jéssica Martinelli denunciou o crime ainda adolescente e enfrentou anos de falhas da Justiça. Tornou-se policial e, mais de uma década depois, participou da prisão do próprio agressor
Após viver 13 anos com status ilegal nos EUA por falta de orientação jurídica, a carioca Larissa Salvador transformou a dor em propósito de carreira. A Marie Claire, a advogada detalha sua trajetória e a missão de instruir outros imigrantes para que não enfrentem as mesmas dificuldades que ela superou
A capixaba Maria Spadetti revelou o abuso infantil que sofreu após decidir romper o silêncio. Com o apoio dos pais, ela processou o agressor. Após quase uma década de espera, Maria conquistou a vitória na Justiça e hoje compartilha sua trajetória para encorajar outras mulheres a também buscarem seus direitos









