Por que a calcinha bege é tão criticada? Taís Araújo e outras famosas quebram tabu fashionista
Nesta segunda-feira (27), a atriz Taís Araújo publicou um vídeo em seu Instagram questionando por que as pessoas odeiam tanto a calcinha bege -- e confessou que é uma grande fã da peça, principalmente dos modelos grandes e de cintura alta. Aqui, a gente não só defende, mas mostra que a lingerie bege tem ocupado, já faz um tempo, um outro lugar, inclusive sexy
“Por que as pessoas odeiam calcinha bege? Qual o problema delas?” É esse o questionamento que Taís Araújo fez em um vídeo que viralizou na sua conta do Instagram e TikTok nesta segunda-feira (27). A atriz ainda completou que ama a peça, principalmente aquelas grandes e de cintura alta, pois se sente segura já que, diferente de outras calcinhas, esse tipo não marca, tornando-se ideal para ser usada com roupas justas e brancas.
O vídeo que reúne, só no Instagram, mais de 167 mil curtidas e 9 mil comentários, viralizou porque milhares de outras mulheres, dentre elas algumas famosas, se identificaram com a declaração. A atriz Paolla Oliveira respondeu que também usa, já a cantora Maria Rita disse que “quem não usa calcinha bege - e grande - tá vivendo errado!”, e a apresentadora Rita Batista disse que é super do time da peça.
Mas, afinal, se tantas mulheres usam (e adoram) essa roupa de baixo, por que ela ainda é tão rechaçada? Essa perseguição certamente está baseada no fato de que a peça vai na contramão das lingeries rendadas, cavadas e que são entendidas como sexys por boa parte da sociedade, principalmente por homens.
Na moda, ela está em alta
O interessante é que no universo da moda essa percepção parece um pouco conservadora, já que as calcinhas, sutiãs e até meias beges caíram nas graças de fashionistas, marcaram presença em desfiles recentes como da Saint Laurent, e é o carro chefe da marca Skims, fundada por Kim Kardashian. E o mais instigante é que tanto na Saint Laurent, quanto na marca da empresária norte-americana, as lingeries beges ganham um novo olhar e são, justamente, entendidas como sexies.









