Chloé expande estética boho para a coleção de Inverno 25
Para além dos vestidos fluidos com rendas e babados, a etiqueta francesa entregou jaquetas e casacos pesados, silhuetas '80s e acessórios com potencial de viralizar
Se o estilo boho voltou para as paradas de sucesso da moda, dando a tônica das principais tendências da vez, Chemena Kamali é certamente uma das grandes responsáveis pelo movimento. Ao assumir a direção criativa da Chloé, em 2023, ela resgatou e atualizou alguns dos códigos mais característicos da etiqueta – os babados, a fluidez e os tons terrosos, só para citar alguns deles. Para a temporada de Inverno 25, apresentada na manhã desta quinta-feira em Paris, a estilista alemã não fugiu desse caminho, mas costurou novas saídas ao longo do percurso.
“A mulher Chloé nem sempre é a mesma. Sua história tem muitas camadas, dimensões e humores. Ela não é definida por uma única identidade, e tem dualidades como todos nós”, escreveu Kamali em comunicado oficial à imprensa antes do desfile.
Isso ficou claro no decorrer da passarela – que contou com personalidades como a apresentadora Alexa Chung e a fotógrafa Petra Collins –, quando os vestidos de renda, os bordados e vestidos leves encontraram trench coats de couro, estolas e jaquetas pesadas de pelo e uma paleta mais sóbria de cores. Para além das silhuetas já esperadas, a etiqueta francesa entregou minissaias e tops com volume extra nos ombros, em um aceno ao power dressing da década de 1980.
Vale destacar os acessórios, como as bolsas bucket em formato de coração com cadeados combinando, o modelo baguette e o mini porta-moedas retrô, além dos cordões de coração, penduricalhos com amuletos da sorte e uma nova versão do cinto em que se lê “Chloé”, agora com letras de forma. Todos com alto potencial de virar hit não só entre os nomes estrelados da primeira fila – como Isabelle Adjani, Georgia May Jagger, Jerry Hall, Paris Jackson e Doechii –, mas entre o número cada vez maior de admiradores da marca espalhados pelo mundo todo.









