6 vezes em que Bella Ramsey quebrou padrões com looks boyish
O estilo de Bella Ramsey é confiante e inesperado, com peças vintage e de grife, como Prada, Miu Miu e Dior
Bella Ramsey tem se destacado não apenas pelo talento e por seus papéis em Game of Thrones e The Last of Us, mas também por sua abordagem singular à moda. Nos tapetes vermelhos, a atriz britânica desafia normas e expectativas ao construir um estilo próprio, pautado por conforto, autenticidade e uma forte mensagem de identidade.
Em eventos de destaque, uma das escolhas mais frequentes de Bella são os looks com alfaiataria, especialmente ternos, blazers oversized e smokings em cortes retos, com cores sóbrias, como preto, cinza e marinho — das suas marcas queridinhas, como Prada, Miu Miu e Dior — refletem em uma moda minimalista e agênero.
No caso de Bella, essa predileção por ternos sinaliza uma estética genderless, que rompe com os códigos tradicionais de vestimenta em red carpets. No Met Gala de 2023, por exemplo, usou um smoking de saia dupla abotoado, adornado com listras e pérolas, desenhado por Thom Browne, como uma homenagem a Karl Lagerfeld, tema do evento daquele ano.
Além da presença marcante em tapetes vermelhos, Bella também se envolveu ativamente no mundo da moda. Com apenas 20 anos, a estrela de The Last of Us se consagrou como diretora criativa da Both&, uma marca americana focada em promover positividade queer com roupas para pessoas transmasculinas e não binárias.
Bella tende a evitar vestidos volumosos ou silhuetas extremamente femininas. Mesmo quando há brilhos ou elementos mais fluidos e acetinados, a construção do look costuma manter a sobriedade e o foco no corte.
Ao rejeitar o look "princesa" típico de premiações, a atriz reforça a ideia de que elegância e beleza não precisam estar ligadas à feminilidade tradicional. Ela representa uma nova geração de artistas que escolhe como quer ser lida — e usa a moda como ferramenta de comunicação, não de padronização.
A britânica traduz nos tapetes vermelhos o que muitos jovens artistas e consumidores de moda também vêm expressando: a recusa aos rótulos, o direito de ser quem se é, e a liberdade de vestir o que se sente verdadeiro.









