Mulher gosta de fazer boquete? 7 relatos despudorados de quem ama sexo oral
Sem papas na língua! Marie Claire ouve mulheres que quebram o mito de que sexo oral é só para o prazer do homem
Quem disse que mulher não gosta de fazer boquete? Assim como tudo que envolve sexo e sexualidade, nada é uma regra definitiva — ainda mais se você faz distinção sobre o que “atrai homens” e “atrai mulheres” (estamos em 2025, bora avançar nessa conversa?). Tudo é questão de gosto: há quem goste de penetração, há quem não goste, há quem curta sexo anal e BDSM e quem prefere passar longe de tudo isso. Com o oral é a mesma coisa, mas por envolver colocar um pênis na boca, a coisa toda é tratada até hoje como nojenta ou promíscua.
Bem, não seria essa só mais uma forma de tentar impor o que deve ou não ser prazeroso para mulheres? A verdade é que não são poucas as que adoram fazer sexo oral e sentem prazer com isso. Marie Claire recorreu a suas leitoras e selecionou 7 relatos beeeeem safadinhos e sem papas na língua de mulheres que amam fazer um boquete — os relatos são anônimos para preservar as identidades delas. Sente-se, se acomode e desfrute! ;)
‘Sexo oral, para mim, é obrigatório’
"No começo da minha vida sexual, tinha medo de sexo anal — da dor e por conta de traumas particulares. A opção que tinha era o oral. De início não gostava muito porque tinha uma questão de que era preliminar, meramente uma preparação, não sexo de verdade. Mas depois de fazer algumas vezes descobri que adoro a sensação de começar o oral com o pau do cara mole e sentir ele ficando duro na boca. Me sinto mágica. Isso começou a me satisfazer também. Fora que fui descobrindo novas posições que facilitam na hora de chupar, movimentos com a boca e a língua que proporcionam mais prazer e amo combinar o oral com masturbação ou beijo grego (quando o homem não tem frescuras e é limpinho). Fora que dá para fazer em momentos e lugares mais diversos — o que para mim, que tenho um leve fetiche em sexo ao ar livre, é perfeito para realizar fantasias. Dispenso a penetração, mas oral, pra mim, é obrigatório."
Olívia, 27 anos
‘Amava descer em direção aos testículos’
"Amo chupar pênis, principalmente as bolas. Me lembro que eu tinha muito tesão em um ex-ficante meu, que tinha um divino. Era fissurada em chupar ele, que sempre tinha cheiro de sabonete Phebo. A parte que eu encaixava a boca no membro dele e ia babando e girando a língua sempre foi a favorita de ambos. Às vezes, usávamos uma balinha refrescante para deixar gelado. Amava descer em direção aos testículos dele e passar a língua."
Cami, 34 anos
‘Vejo fotos antes do sexo para imaginar o oral’
“Quando saio com um cara, já fico sonhando com o momento que vou poder cair de boca no pau dele. Inclusive gosto de ver fotos antes para já ficar imaginando. Fico excitada vendo o cara se contorcer na cama e também gosto de receber o gozo na boca (apesar de não fazer isso com qualquer pessoa). O boquete fica ainda melhor quando o homem não é cheio de frescuras e deixa rolar um beijo grego, um fio terra ou explorar bastante com a boca. Amo fazer garganta profunda, espanhola e me lambuzar inteira com muita saliva. É bom demais, não entendo quem não gosta”
Tereza, 31 anos
‘No oral, não são só os homens que se sentem os comedores’
“Gosto de boquete desde a primeira vez que fiz, quando era virgem. Foi minha primeira experiência sexual. É uma combinação de fatores que me faz gostar tanto, a ponto de me masturbar enquanto faço. Amo dar prazer, mas também adoro a sensação do pau com tesão na boca, de ele estar muito duro ou endurecer enquanto chupo, e de ser observada e desejada enquanto faço. Mas, sobretudo, amo a sensação de estar mandando bem, de me sentir uma safada e vir a autoestima que só o tesão pode proporcionar. Tudo isso é importante e não é exclusividade dos homens. Não são só eles que se sentem os comedores e ficam de ego cheio ali, sabe? Tenho algumas amigas que não gostam de fazer e tenho uma dica que costuma ajudar: se estiver performando, pare. O parceiro consegue perceber quando não há tesão no ato e pode até chegar lá, mas o clima esfria para alguém. O importante nesse momento é pensar que mesmo que seja um ato para dar prazer ao outro, precisa agradar também quem está fazendo.”
Letícia, 27 anos
‘Até hoje o 69 é a posição que mais gosto para chupar’
“Sempre fui muito fã de um oralzinho, mas nunca esqueço a primeira vez que fiz um 69 de respeito. Lembro que o boy me puxou para sentar na cara dele e, enquanto eu rebolava muito, ele bruscamente me virou e me fez cair de boca nele. Comecei beijando devagar e chupando a cabeça, primeiro muito devagar e depois aumentando a velocidade e a pressão. Até hoje é a posição que mais gosto para chupar porque sinto que fica mais fácil ir mais fundo. Sem contar que amo usar as mãos para acariciar a parte de dentro das coxas e o períneo. Fico ainda mais acesa quando liberam enfiar o dedo, e sinceramente dei sorte de só sair com pessoas (homens e mulheres trans) que tinham essa tara e me deixavam curiar sem medo.”
Gabriela, 35 anos
‘Gosto de uma vibe mais submissa. O boquete proporciona isso’
“Sempre soube até antes de transar que eu ia gostar muito de fazer boquete. Não sei porque, acho que é uma cena sexy. Particularmente gosto da textura na boca, entende? Gosto de ver as expressões da pessoa quando você tá ali, pega muito para mim estar num ângulo que me favorece e saber que a pessoa também está gostando de me ver. Me sinto chupando um picolé. Particularmente, gosto de uma vibe mais submissa, então tenho a sensação de que estar nessa posição de ajoelhar ou deitar e chupar é mais de serviço.”
Kelly, 27 anos
‘Ele me disse que eu devia dar aula de oral’
“Demorei um bom tempo para entender o valor de uma boa mamada. Como uma adolescente bissexual, meu sonho mesmo era de chupar uma boa boceta. Me excitava quando via mulheres chuparem um homem no pornô, mas achava a energia ali meio opressiva, com empurrões de cabeça e tudo. Sem contar que, quando comecei de fato, minha mandíbula doía. Achava cansativo. Isso mudou quando fugi de casa num sábado para o apê de um ficante, com quem tive transas deliciosas. Foi o maior pau que já vi na vida e lembro de querer enfiar cada centímetro goela abaixo. O que eu mais amava era ouvir os gemidos e vê-lo revirando os olhos. Ele era depilado, então adorava enfiar as bolas com gosto na boca e chupar muito. Lembro que logo na primeira vez ele me disse que eu devia dar aula, e achei aquilo super excitante. Posso falar? Fico molhada só de lembrar.”
Alice, 26 anos









