10 músicas sensuais de Dua Lipa perfeitas para agitar a pista de dança (ou a cama)
A cantora não entrega só músicas dançantes, mas é uma das vozes mais influentes de sua geração para falar de sexo, prazer e desejo
“Ninguém sabe viver como a Dua Lipa” pode ser uma frase aplicada tanto para os dumps do Instagram da cantora como para seu interesse genuíno pelo mundo (seja em seus clubes de leitura ou na interação com os fãs). Mas se tem uma outra coisa que a cantora sabe como ninguém é retratar diversas facetas do desejo e do sexo — tudo com muita confiança, autonomia e naturalidade.
A cantora, que se apresenta neste sábado (15) em São Paulo e no Rio de Janeiro na semana que vem, não é só uma das artistas mais influentes do pop global nos últimos anos. Seja em suas músicas, forma de cantar ou nas atitudes, Dua Lipa é vocal sem medo para falar de autonomia feminina. Some isso às faixas cheias de batida e groove que farão até a pessoa mais ranzinza querer mexer o quadril.
Se é assim na pista de dança ou no fone de ouvido, imagine num momento, digamos… físico? Marie Claire revisitou a discografia de Dua Lipa e selecionou 11 músicas fogosas da cantora. Tem para todos os gostos: românticas, indecisas, intensas e até as precavidas. Escolha seu mood e dê o play!
Hotter Than Hell
Já no primeiro álbum homônimo, ela chega chegando. Um dos primeiros hits de Dua descreve um jogo de sedução e poder com um crush depois de uma noitada. A composição não só é bem erótica e provocativa, mas ainda evidencia segurança e autoestima ao questionar para a parceria se ela está lembrando dela quando não estão juntos. Junte isso às associações entre céu/inferno e divino/profano para deixar tudo ainda mais quente.
Lost in Your Light (com Miguel)
Batidas industriais, vocais cheios de desejo e uma intensidade voraz que intensifica a urgência do momento e muito romantismo. Essa é ideal para as que fazem o perfil mais romântico — e sabem que é recíproco: “Me abrace, confie em mim / Me deixe passear em seu amor a noite toda, amor / Me abrace, me toque / Eu quero morrer em seu amor a noite toda, amor”.
Good In Bed
Talvez seja a mais explícita de Dua quando se fala em sexo. Ela narra a história de um casal que vive trocando faíscas, mas é justamente isso o que os faz transar tão gostoso (quem nunca?). A melodia é divertida, mas não perde a sensualidade. Some tudo isso à composição bem safadinha e descontraída e divertida, e a composição é bem safadinha. “A gente não sabe conversar, mas caramba, nós sabemos foder”, ela canta em um dos trechos, seguido de uma risadinha.
Pretty Please
Se o mood que você está buscando é uma produção minimalista, com sons mais contidos e sexies, dê play em Pretty Please. A voz rouca de Dua dizendo “Eu preciso de suas mãos em mim” consegue intensificar a tensão sexual. Basicamente, ela está querendo algo a mais e sabe como pedir.
Physical
Para começar, a música é livremente inspirada em Physical, de Olivia Newton John — se você viveu 1981 sabe que a música já era beeem esquentadinha na época. Dua faz uma releitura em que faz metáforas que podem valer tanto para uma pista de dança quanto para uma noite quente entre quatro paredes. A faixa é explosiva e passa essa vontade de Dua de “continuar dançando” (se é que você nos entende).
Hallucinate
Se o que você quer é dar certeza de que você está com a pessoa perfeita, Hallucinate é uma verdadeira ode ao amor e ao desejo. As batidas são eufóricas e envolventes são perfeitas para quando as preliminares estiverem quase no fim e vocês não estiverem mais aguentando esperar para partir à ação. De verdade, tem como não sentir a pegada mais forte ao ouvir “Eu alucino quando você chama meu nome / Aparecem estrelas nos meus olhos / E elas não desaparecem quando você vem até mim”?
Fever (com Angèle)
“Estou com febre, será que você pode verificar? / Mão na minha testa, beije meu pescoço / E quando você me toca, meu bem, eu fico vermelha.” Precisamos dizer que a febre é o tesão estralando? Achamos que não: essa é certamente uma das músicas mais transantes de Dua. Quente e lenta, é aquele tipo de música em que o corpo implora para dançar coladinho de alguém, olho no olho.
Whatcha Doing
A faixa é ótima para quem quer flertar na cara larga. De ritmo swingado e bem marcado, não tem como ficar parada quando essa toca — se é assim dançando, imagine fazendo. Aqui, Dua canta os receios de se envolver com alguém que vai acabar quebrando seu coração (um tema recorrente na discografia dela), mas conta como não consegue se conter: “Se o controle é minha religião, então estou indo em direção à colisão / Perdi minha habilidade de enxergar com clareza / Por favor, me diz o que você está fazendo comigo”.
Illusion
Sabe quando a pessoa com quem você está flertando tenta te enrolar a todo custo, você já sacou que é uma red flag mas mesmo assim tem interesse num rala e rola? Bem… Dá para encaixar Illusion numa playlist fogosa para caras (e garotas) assim. O flow na fala de Dua, as indiretas e o fato de deixar bem claro que o que quer é “dançar com uma ilusão” a noite inteira é o que deixa essa letra tão quente. Quem nunca quis se envolver com a pessoa errada só por diversão, que atire a primeira pedra.
Training Season
Segundo single de Radical Optimism, a música reforça a persona dominante e provocadora de Dua. Basicamente, o que ela pede é alguém que pare de brincar com ela e comece a se envolver para valer. Além de tesão, ela também pede que seu parceiro seja legal com ela, a abrace quando estiver vulnerável e alguém para conversar, por exemplo: “Será que você é alguém que pode ir além? / Porque não quero ter que te mostrar / Se essa pessoa não for você, então me fale / Porque a temporada de treinamento acabou”.









