11 performances sensuais do Grammy para relembrar antes da premiação
Entre estatuetas, vitórias históricas e looks icônicos, o Grammy também foi palco de algumas das performances mais quentes da música pop
Neste domingo (1º), acontece a 68ª edição do Grammy. Além dos cobiçados gramofones, a premiação entrega apresentações de tirar o fôlego de quem assiste. Muitas são memoráveis justamente pelo alto teor de sensualidade. Para aquecer o clima antes da noite mais importante da música, reunimos 11 apresentações sensuais do Grammy que nos fizeram suspirar do outro lado da tela.
Sabrina Carpenter — “Espresso / Please Please Please” (Grammy 2025)
Frequentemente mal interpretada por explorar a sensualidade em suas performances, Sabrina Carpenter não poderia ficar fora da lista. Ela começa com uma versão retrô de Espresso, mas dura pouco: ela logo incorpora o clima sexy que a consagrou, usando um corpete azul sem alças. A loirinha usa da teatralidade para “se esconder” atrás de um arbusto, trocar de figurino e retornar com um robe de plumas para Please, Please, Please. A sensualidade aqui é contida, irônica e muito consciente.
Charli XCX — “Von Dutch / Guess” (Grammy 2025)
Charli XCX aposta em um mood sensual mais cru e menos polido na performance, reforçando a autenticidade de sua era Brat. Ao cantar Von Dutch, ela caminha até o palco principal da premiação e estabelece o clima provocante da apresentação. O número evolui para uma verdadeira festa com calcinhas caindo do teto, enquanto ela canta Guess, música que fala sobre tentar adivinhar a cor da lingerie que está usando.
Shakira — “Ojos Así / Bzrp Music Sessions” - (Grammy 2025)
De volta às raízes que a consagraram como sex symbol, Shakira usa a dança do ventre e o movimento marcado dos quadris para interpretar e cantar o hit de 1998, Ojos Así, seguido do single mais atual, Bzrp Music Sessions, um shade bem dado no ex-marido, Gerard Piqué, após uma traição. A performance é hipnótica e reforça o apelo sexy atemporal da artista.
Dua Lipa — “Training Season / Houdini” (Grammy 2024)
Dona de um dos sex appeals mais consistentes do pop atual, Dua Lipa domina o palco com uma construção sensual de tirar o fôlego. Vestindo um look de transparência e couro, ela interage com os dançarinos com muito contato corporal e movimentos de quadril.
Anitta — “Envolver” (Grammy Latino 2022)
Na versão latina do Grammy, a brasileira levou ao palco a coreografia que viralizou mundialmente. Anitta se esfrega nos dançarinos deitados no chão e reproduz os movimentos marcantes de Envolver. Para finalizar, ela transforma a premiação em um baile funk, com muito rebolado e interação sensual com a plateia.
Cardi B & Megan Thee Stallion — “Up / WAP” (Grammy 2021)
Na época, o número chamou atenção pelo forte apelo sexual das coreografias. Cardi B abre a performance com Up, interagindo com as dançarinas e preparando o terreno para o grande momento da noite:o hit pandêmico WAP. Quando Megan Tree Strallion entra em cena, as duas se encontram numa cama gigante em que simulam diferentes posições sexuais — incluindo uma tesourinha, uma das possibilidades no sexo entre mulheres. O encerramento vem com chave de ouro, com muito rebolado ao som de uma batida de funk carioca.
Ariana Grande — “Imagine / 7 Rings / Thank U, Next” (Grammy 2020)
Ariana Grande começa a apresentação com um clima bem romântico e delicado ao cantar Imagine. O número evolui quando ela abandona o vestido longo e surge com um roupão de plumas ao lado de várias dançarinas, numa espécie de festa do pijama montada no palco. Ao som de 7 Rings e Thank U, Next, hits de melodia provocante, a performance mistura sensualidade, luxo e diversão entre garotas.
Madonna — “Living for Love” (Grammy Awards 2015)
Com o single do seu álbum Rebel Heart, Madonna diz que está “vivendo por amor” ao som de batidas eletrônicas enquanto explora sua sensualidade sem pudor nenhum por meio da dança. De pernas de fora e com um figurino provocante, ela divide o palco com dançarinos que a pegam no colo e encenam movimentos de forte conotação sexual.
Pink —“Try” (Grammy 2024)
Conhecida por sua paixão por acrobacias, Pink entra no palco pendurada por tecidos circenses e canta lá de cima — onde faz poses sensuais vestida com um colant. Quando desce, a performance se transforma em uma representação intensa da música por meio da uma dança contemporânea, com passos extremamente sexies e teatrais.
Beyoncé & Jay-Z — “Drunk in Love” (Grammy 2014)
Que Beyoncé trabalha a sensualidade com maestria ao longo da sua trajetória já sabemos. Mas na performance de Drunk in Love isso fica ainda mais evidente. A cantora inicia sentada em uma cadeira, de pernas abertas e de costas para o público, enquanto faz movimentos sensuais ao som da música, com o palco girando embaixo dela.
O clima esquenta quando Jay-Z entra em cena. Seus versos falam sobre estarem “bêbados de amor” — e também de tesão — e contam com metáforas e duplos sentidos para falar de sexo. Os dois dançam bem coladinhos, com direito até a uma mão que desce para o bumbum de Bey.
Pink, Christina Aguilera, Mýa e Lil’ Kim — “Lady Marmalade” (Grammy 2002)
A apresentação da música-tema do filme Moulin Rouge (2001) carrega a mesma vibração do icônico clipe que reúne as quatro divas. O palco foi transformado em um verdadeiro cabaré, com referência direta ao universo do filme. As cantoras surgem vestindo sobretudos de poá e criam um clima de mistério que funciona como um verdadeiro tease burlesco — até revelarem a lingerie usada por baixo.









