Quem é Lorrayne Mavromatis, influenciadora brasileira que processou MrBeast por assédio?
Ela diz que sofreu assédio quando trabalhava na empresa do youtuber, a MrBeast Industries
A influenciadora brasileira Lorrayne Mavromatis está processando o youtuber MrBeast, considerado um dos maiores criadores de conteúdo de toda a internet. Ela, que também atua na área de influência, diz que sofreu assédio quando trabalhava na empresa do youtuber, a MrBeast Industries.
Quem é Lorrayne Mavromatis?
Lorrayne Mavromatis tem mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais e 2 milh]oes de assinantes em seu canal, atua com criação de conteúdo desde 2016, quando estreou seu canal no Youtube.
No início, seu foco era em lifestyle e viagens. Quando se tornou mãe, também começou a falar de maternidade. Antes da carreira na internet, ela se mudou para os Estados Unidos, onde trabalhou com fotografia de casamentos.
Seu maior sucesso viral aconteceu em 2017, quando ela compartilhou nas redes sociais os efeitos do furacão Irma. Na época, ela morava no Caribe e exibiu detalhes da destruição causada pelos temporais.
Lorrayne é casada com Davi Mavromatis, com quem tem uma filha. Os dois deixaram o Brasil quando ele foi estudar em São Martinho, uma ilha caribenha. Depois, os dois se mudaram para os Estados Unidos, onde estão até hoje.
O que dizem as acusações?
A brasileira publicou um comunicado em suas redes sociais avisando que vai à Justiça contra a MrBeast Industries. Ela alega que trabalhou na empresa nos últimos três anos e que era vítima de assédio moral;
"Eu era uma das poucas mulheres no alto escalão executivo e, muitas vezes, a única mulher na sala. Quando eu dava uma ideia, era chamada de burra — apenas para ficar ali e assistir um homem dizer exatamente a mesma coisa noventa segundos depois e receber uma rodada de aplausos", completou.
Ela disse que também teve sua licença-maternidade prejudicada. "Deveria ser um momento mágico e feliz foi imediatamente substituído por medo. Será que ainda terei um emprego? Ainda serei capaz de sustentar minha família? Eu tinha uma licença-maternidade aprovada e assinada pelo RH e concordei que trabalharia até o meu último dia de gravidez. Eu disse: enquanto eu estiver em trabalho de parto a caminho do hospital, eu ligarei para vocês. E é aí que quero que minha licença comece".
Ela também diz que era obrigada a ir a reuniões na casa do CEO da empresa, "em uma sala no andar de cima, iluminada apenas por um abajur lateral".
"Hoje estou tomando medidas legais. Por todas as mulheres que enfrentaram medo no ambiente de trabalho, que foram levadas a acreditar que precisam escolher entre seus filhos ou suas carreiras. Por cada mulher que foi silenciada. Tentaram me silenciar o suficiente — mas chega."









