Bold Strap: Anitta leva marca brasileira ao palco do VMA
Etiqueta nasceu em 2018, em São Paulo, quando seu criador, o designer Peu Andrade, percebeu demanda por looks mais ousados, com lingerie à mostra e 'quê' de fetiche
Quem acompanhou o VMA na noite de ontem (11) viu o Brasil ganhar o palco da premiação de música norte-americana: Anitta venceu pela terceira vez na categoria melhor clipe de música latina e se apresentou com hits em português – tudo isso vestindo Bold Strap, marca brasileira famosa por peças ousadas e com um quê de fetiche. O look all white composto por calça brilhante, segunda pele arrastão e sutiã de tiras foi customizado especialmente para ela.
A Bold Strap foi criada em 2018 pelo designer Peu Andrade, que percebeu uma demanda de mercado por jockstraps, ou seja, looks que misturam às roupas acessórios de fetiche, com cordas, amarrações e transparência. A marca, que começou no nicho de underwear, foi ganhando adeptos especialmente entre a comunidade LGBTQIA+ de São Paulo, onde as peças são criadas e produzidas.
Logo caiu nas graças de personalidades da música, como Marina Sena, Pocah, Priscilla Alcantara, Urias, Banda Uó e Anitta, que já tinha aparecido de Bold Strap em um show da turnê Baile Funk Experience, em junho.
Gloria Groove é uma das maiores fãs das peças de Peu Andrade: a drag queen sobre ao palco usando Bold Strap com bastante frequência. A deputada federal Érika Hilton, ícone LGBTQIA+ na política, também já usou.
A marca vende um catálogo extenso de roupas, desde underwear até casacos e jaquetas, e acessórios que vão de brincos e bonés a peças de fetiche, como cinta liga, jockstrap e chocker belt.
A Bold Strap desfila na São Paulo Fashion Week há alguns anos, quase sempre com Camila Queiroz como modelo principal. No site, se apresenta como uma label que preza pela diversidade e inclusão, dedicada a um público ousado, “que conquista olhares por onde passa e usa a sua forma de vestir para expressar livremente a sua essência e individualidade”.









