Queridinha de Kate Middleton, esta tendência dos anos 1980 está de volta
Da corte francesa às passarelas de verão 2026, este acessório clássico retorna em versões atuais, trazendo um toque de romantismo às tendências da temporada
Do guarda-roupa de Kate Middleton às passarelas mais recentes de Dior e Saint Laurent, a gravata Lavallière está de volta ao radar fashion desta temporada. O laço ao redor do pescoço, que surgiu no século XVII e foi popularizado pela corte francesa como símbolo de elegância e status, ganhou esse nome em homenagem à duquesa de La Vallière, conhecida por usar as tiras de tecido. Com o tempo, o detalhe passou a ser adotado pelas mulheres como uma forma de desafiar as convenções de gênero e estilo, especialmente depois que estilistas como Coco Chanel e Yves Saint Laurent reinterpretaram o item em suas coleções, consolidando-o como uma alternativa refinada à gravata masculina.
Nos desfiles de primavera/verão 2026, o laço voltou a ganhar força, em sintonia com o revival oitentista que tem dominado outras tendências da estação, como os ombros bem marcados. Acoplado à camisa ou adicionado à parte, o acessório imprime um toque dramático e, ao mesmo tempo, sofisticado à produção. A seguir, reunimos algumas ideias de como usar a gravata Lavallière no dia a dia.
Camada leve
Na sobreposição com o vestido preto básico, a camisa de linho com laço adiciona personalidade sem pesar no visual.
Estampa bold
Em versão mais ousada, a gravata Lavallière marca presença na camisa de animal print, que remete ao maximalismo dos anos 1980.
Alfaiataria romântica
Junto à alfaiataria clássica, a camisa com gravata Lavallière pode trazer um toque romântico para o visual de escritório.
Toque moderno
Apesar da herança histórica, a gravata também aparece em contextos modernos, aparecendo como complemento cool do look com suéter e saia de couro.
Tamanho máxi
Em versão oversized, a gravata traz ainda mais impacto ao look, que combina clássicos a peças statement.
Detalhe sutil
O acessório também pode surgir em edições mais discretas — mas igualmente charmosas —, como na produção de Kelly Rutherford.









